Desenvolvimento Sustentável

Crise energética, risco de alterações climáticas... O automóvel é cada vez mais posto em causa, responsável por muitos dos males do Planeta.

As boas práticas em termos de mobilidade urbana transformam-se num jogo político e um grande número de empresas e de actores públicos multiplicam as diligências a favor do desenvolvimento sustentável, tentando diminuir o impacto ambiental da sua mobilidade.

Actualmente, a Arval é uma referência no Renting de veículos empresariais. A nossa missão passa por inovar e pôr em prática soluções que simplifiquem os serviços relacionados com a mobilidade automóvel. Para a Arval, gerir uma frota é também preocupar-se com o seu impacto ecológico.

Descubra aqui as nossas ofertas de Eco-Condução.

De modo a conciliar o desenvolvimento sustentável e o conhecimento económico, a Arval aposta no conceito da "mobilidade sustentável", propondo aos seus clientes uma melhor organização das suas deslocações, utilizar os veículos mais adequados e que consumam menos energia, mobilizando os condutores de modo a que estes estejam sensibilizados para a consciência ambiental.

Relativamente à escolha dos veículos, teremos em conta as características de utilização prevista: natureza da actividade, carga ou não de material, circulação urbana, e, após análise, na medida do possível, privilegiaremos os veículos com emissões mais reduzidas de gases com efeito de estufa e de CO2, adoptando a escolha das motorizações em função da sua utilização.

A Arval também põe em prática ferramentas de informação e de formação destinadas aos condutores para definir, com cada um dos seus Clientes, os objectivos em termos de Desenvolvimento Sustentável (através de uma gestão optimizada da sua frota).

 

Em 2004 o grupo  Arval, no qual se encontra a Arval Portugal, abraçou o compromisso de seguir determinados princípios no âmbito do Desenvolvimento Sustentável, tornando-se membro da Global Compact. A Global Compact é uma iniciativa pessoal do Secretário Geral das Nações Unidas, Sr. Kofi Annan, que, no seguimento do Fórum Económico de Davos em Janeiro de 1999, desafiou a comunidade empresarial mundial a apoiar / subscrever 10 princípios nas áreas dos direitos humanos, práticas laborais e ambiente, a saber:

  • Princípio 1: Apoiar e respeitar a protecção dos direitos humanos, proclamada internacionalmente, na sua esfera de influência.
  • Principio 2: Garantir a não cumplicidade com abusos dos direitos humanos.
  • Principio 3: Apoiar a liberdade de associação e o efectivo reconhecimento do acordo colectivo.
  • Principio 4: Eliminação de todas as formas de trabalho forçado.
  • Principio 5: Abolição efectiva do trabalho infantil.
  • Principio 6: Eliminar a discriminação relativa ao emprego e ocupação.
  • Principio 7: Apoiar o princípio da precaução, no que respeita aos desafios ambientais.
  • Principio 8: Ter iniciativas para promover uma maior responsabilidade ambiental.
  • Principio 9: Encorajar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias limpas.
  • Principio 10: As organizações deverão desenvolver esforços no sentido de eliminar todas as formas de corrupção.

Arval - membro do Global Compact das Nações Unidas 

Esta iniciativa, de carácter voluntário, procura mobilizar a comunidade empresarial em torno do conceito de cidadania empresarial, tornando-a parte activa nas soluções de alteração do processo de globalização. Ao aderir á Global Compact, a ARVAL reforça, assim, a sua intenção de prosseguir no caminho da sustentabilidade e compromete-se a apoiar estes princípios, não só agindo de acordo com eles, como promovendo a sua aplicação.

Clique na imagem em baixo e consulte os vários exemplos de acções concretas levadas a cabo por todo o grupo Arval.

 

Arval - membro do Global Compact das Nações Unidas